sábado, 23 de dezembro de 2023

ginecologia

 Uma mulher de 27 anos vai em consulta por demanda espontânea na unidade básica de saúde com queixa de corrimento vaginal e de prurido há 3 dias. Ela não é fumante nem possui histórico de infecções sexualmente transmissíveis. Sua última menstruação ocorreu há 20 dias. Ao exame físico, a paciente está em bom estado geral, com temperatura de 36,8 °C, frequência cardíaca de 80 batimentos por minuto, sem sinais de dor abdominal nem de alterações ginecológicas ao toque vaginal. Ao exame especular, é observado um corrimento esbranquiçado, sem cheiro forte, grumoso e aderente na parede vaginal e ectocérvice, além de hiperemia da mucosa vaginal. O teste de Whiff (KOH 10%) foi negativo e o pH vaginal estava normal (< 4,5). A partir desses achados, assinale a opção que apresenta o agente etiológico mais provável.

 A Candida sp. 

B Gardnerella vaginalis. 

C Trichomonas vaginallis.

 D Chlamydia trachomatis.

ginecologia

 Uma paciente de 28 anos, G3P2A1 (partos normais), procura a unidade básica de saúde para informar-se acerca de métodos contraceptivos para o seu caso. Ela refere ter útero didelfo e relata fazer acompanhamento no ambulatório de hematologia por ter tido tromboembolismo pulmonar após COVID-19. Além disso, também faz acompanhamento no ambulatório de reumatologia por possuir lúpus eritematoso sistêmico.

 A paciente apresenta fluxo menstrual intenso e não deseja laqueadura, por questões pessoais. Segundo os critérios de elegibilidade, qual método é indicado para o caso dessa paciente? A Sistema intrauterino de levonogestrel (SIU-l).

 B Dispositivo intrauterino de cobre (DIU T-Cu).

 C Pílula de etinilestradiol e gestodeno.

 D Pílula de progestágeno isolado.

ginecologia

 Uma mulher de 52 anos é encaminhada à atenção secundária com um resultado de mamografia BI-RADS 0. A paciente relata dor e sensibilidade na mama direita e menciona que sua mãe teve câncer de mama. Ao examiná-la, o médico identifica uma massa palpável de cerca de 3 cm, localizada na parte superior da mama. Considerando as orientações definidas pelo Sistema Único de Saúde, qual deve ser a primeira conduta tomada pelo médico?

 A Realizar biópsia da lesão.

 B Repetir a mamografia em 6 meses

. C Realizar exame de ultrassonografia. 

D Realizar punção aspirativa por agulha fina (PAAF) da lesão.

ginecologia

 Uma mulher de 51 anos vem ao ambulatório de referência mencionando fogachos, insônia, irritabilidade e labilidade emocional há 3 meses. A última menstruação foi há 6 meses e nunca usou hormônios. É hipertensa em uso de medicação com níveis tensionais controlados. Realizou revisão ginecológica recentemente, com exames clínico e complementares normais. Após a explanação do médico sobre os riscos e benefícios da terapia hormonal (TH) no climatério, a paciente informa que deseja usar hormônios para alívio da sintomatologia, solicitando um esquema hormonal de menor risco para o seu organismo. Considerando as evidências disponíveis quanto ao perfil farmacológico e clínico dos esquemas de TH, o médico deverá prescrever

 A estradiol 1 mg + acetato de noretisterona 0,5 mg, por via oral, contínuo.

 B estradiol 50 mcg + acetato de noretisterona em adesivo, por via transdérmica, contínuo.

 C estrogênios equinos conjugados 0,625 mg + acetato de medroxiprogesterona 5 mg, por via oral, contínuo. 

D estradiol 1 mg em gel, por via transdérmica, contínuo + progesterona natural micronizada 100 mg, por via vaginal, cíclico

ginecologia

 Uma paciente com 35 anos, casada, nuligesta, procurou atendimento especializado, queixando-se de ciclos irregulares, fogachos, insônia, diminuição da lubrificação vaginal e da libido. O médico, após solicitação de exames e verificação dos resultados, fez o diagnóstico de insuficiência ovariana. Nesse caso, o diagnóstico pôde ser confirmado com base nos resultados dos seguintes exames:

 A FSH e estradiol elevados, inibina baixa.

 B FSH elevado, estradiol e inibina baixos. 

C FSH baixo, estradiol e inibina elevados.

 D FSH e estradiol baixos, inibina elevada.

ginecologia

 

Uma paciente de 20 anos, primigesta, idade gestacional de 12 semanas, comparece à consulta de pré-natal apresentando lesões em alto relevo e aveludadas na região genital próxima ao clitóris. Relata aparecimento, há 1 semana, de lesões cutâneas papulosas eritêmato-acastanhadas no abdome e nas regiões palmar e plantar. Ela apresenta VDRL positivo. Diante dessas condições, o diagnóstico e o tratamento devem ser, respectivamente,

 A sífilis recente primária; iniciar penicilina benzatina 2.400.000 UI (intramuscular) em dose única.

 B sífilis recente secundária; iniciar penicilina benzatina 2.400.000 UI (intramuscular) em dose única.

 C sífilis latente tardia; iniciar penicilina benzatina 2.400.000 UI (intramuscular) uma vez por semana, por 3 semanas.

 D sífilis latente recente; iniciar penicilina benzatina 2.400.000 UI (intramuscular) uma vez por semana, por 3 semanas.  

ginecologia

 

Uma paciente com 29 anos, nuligesta, sexualmente ativa, foi submetida a exame citopatológico em uma unidade básica de saúde. Exame anterior realizado há 1 ano não apresentava alterações. O exame atual apresentou o seguinte resultado: metaplasia escamosa, alterações inflamatórias moderadas, presença de bacilos de Doderlein. Nesse caso, a paciente deve ser orientada a 

A cauterizar colo uterino.

 B repetir citologia em 3 anos.

 C repetir citologia em 6 meses. 

D usar creme vaginal com metronidazol

sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

ginecologia

 A vulvovaginite constitui uma das doenças mais comuns que motivam as mulheres a procurar o/a ginecologista. Nesse contexto, considerando a importância do diagnóstico etiológico, assinale a opção correta.

 A Na infecção por clamídea, o corrimento apresenta-se em moderada quantidade com intensa reação inflamatória nas paredes vaginais.

 B Na tricomoníase, o corrimento é escasso, e o diagnóstico é realizado com base no resultado da bacterioscopia e da cultura de meio vaginal. 

C Na candidíase vaginal, o corrimento no exame direto apresenta aspecto branco, habitualmente espesso ou grumoso, aderido ao colo e às paredes vaginais.

 D Na vaginite citolítica, o pH da vagina é maior que 4,5, o corrimento tem aspecto homogêneo, e a bacterioscopia mostra a presença de germes Gram negativos.

ginecologia


revalida 2023/1

 Uma paciente com 21 anos, nuligesta, comparece à consulta em um centro de saúde com queixa de amenorreia há 6 meses, acne com pústulas, aumento de pelos, principalmente na face e nos membros inferiores. Relata dificuldade em perder peso e ciclos menstruais irregulares e longos desde a menarca. Afirma ser sexualmente ativa. É realizado, durante o atendimento, teste rápido para gravidez, com resultado negativo. Ao exame físico, apresenta índice de massa corpórea de 30 kg/m2 , pressão arterial de 120 × 70 mmHg. Considerando-se o quadro clínico da paciente, qual é a conduta inicial mais adequada no momento desse atendimento? 

A )Dosar TSH, T4 livre, prolactina e 17 hidroxiprogesterona, para descartar patologias sistêmicas.

 B) Dosar cortisol livre, dehidroepiandrosterona e perfil metabólico, para confirmar perfil androgênico.

 C) Prescrever etinilestradiol 10 mg 1 vez ao dia, por 10 dias, para descartar causas uterinas de amenorreia.

 D) Iniciar espironolactona 50 mg 2 vezes ao dia e solicitar ultrassonografia, para confirmar diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

clinica medica

 Pergunta :2

Se trata de un paciente sexo masculino ,de 56 anos de idade, tabagisa desde 18 anos de idade, diagnosticado con hipertensao arterial cronica ha 5 meses,em uso regular de losartana  50 mg 2 vezes ao dia .  Hoje acude a UBS para controle,PA: 150/100 mmHG, traz exames para avaliacao que informan:  glicemia en jejum 109mg/dl, creatinina, 0,7mg/dl, trigliceridos 120 mg/dl, colesterol total90mg/dl,fundoscopia normal.

agora responda 

clasificaçao, conduta seguir e meta para controle da hipertensao arterial sao:

a) HTA estagio 1,continuar com a mesma medicacao e encorajar para diminuir o tabagismo para alcaçar a meta de PAS:120/129 e PAD:70/79

b) HTA estagio 2, continuar con a mesma medicaçao  para alcaçar a meta de PA menos de 140/90mmHg

c) HTA estagio 2 adiocionar o segundo farmaco que pode ser un ieca/bra ou bcc para alcancar a meta de PA menos de 140/90 mmHg

d) HTA estagio 1 aumentar doses da mediacaao, encorajar para para de fumar, para alcanzar a meta de 130/139 sistolica e 70/79 diastolica.

clinica medica

  Sao tratamentos modificadores de doenca  ou seja que aumenta a sobrevida do paciente con DPOC  A) corticoide sistemico e oxigenoterapia B)...